terça-feira, 31 de março de 2015

DEFESA COMEMORA O 31 DE MARÇO

Por Jair Bolsonaro & Família



Jair Bolsonaro comemora o 31 de março com faixas e queima de fogos no Ministério da Defesa. 
"7 de setembro nos deu a independência, 31 de março a liberdade".

Fonte: YouTube

POR QUE MENTEM, ROUBAM E SÃO INCORRIGÍVEIS

Por Percival Puggina


Fonte: YouTube

A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR!
ALERTA À NAÇÃO!

Por General Marco Antonio Felício da Silva

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam,Não se importam, não se manifestam”

Enganam-se aqueles que encaram como inativos, na acepção plena da palavra, àqueles que estão hoje na Reserva ou reformados das Forças Armadas, Somos aqueles que, em sua maioria, deram vida ao Exército Ativo, dos anos 50 aos anos 90 e criamos o Exército do presente, entregando-lhe uma Nação sob o império da lei e da ordem.

Dos anos iniciais da década de 60 ao inicio dos anos 80, enfrentamos e vencemos a subversão e as guerrilhas urbana e rural comunistas. Ao mesmo tempo, apoiamos e sustentamos os governos vigentes e contribuímos para a grande transformação social e econômica do País.

Livramos a Nação da tirania marxista-leninista e entregamos aos governos da chamada “Nova República” a democracia em sua plenitude.

Apoiamos a negociação com os lídimos representantes da sociedade brasileira de então, o advento da anistia, ampla, geral e irrestrita, permitindo a pacificação da sociedade brasileira com o perdão para todos os contendores, não importando os crimes de motivação política cometidos. A volta à Pátria de todos aqueles que estavam fora do País, face injunções políticas, foi uma conseqüência da referida anistia.

Não somos mais, pela idade, os soldados profissionais de ontem, mas continuamos como soldados cidadãos, tendo a pele como farda. Somos aqueles que têm a consciência dos seus direitos e deveres políticos, que se interessam e se sentem, ainda, responsáveis pelo destino de sua Nação e têm vivo no coração o juramento solene de, por Ela, se for preciso, dar a própria vida.

Por tais motivos, ainda temos a capacidade de nos inflamarmos, como o estamos, agora, alertando a Nação para a possibilidade de fratura da sociedade brasileira, por elementos eivados de revanchismo, pleno de viés ideológico, na contramão da conciliação, da paz social e da História. E, assim, o estaremos enquanto necessário.

Além da criação da malfadada Comissão da Verdade, inconstitucional por ser verdadeiro tribunal de excessão, métodos nazi-fascistas, utilizados intensamente na Alemanha de Hitler, em países da extinta "Cortina de Ferro" e durante a sangrenta "Revolução Cultural", levada a efeito na China Comunista, já estão aqui sendo reproduzidos com a orientação de conhecidos agitadores comunistas, dirigentes do MST, Via-campesina e de outros movimentos ilegais, que têm a bevolência do governo e das autoridades responsáveis pela Segurança Pública. Usam grupos de jovens violentos, provocando terrorismo seletivo e indiscriminado, afrontando a lei vigente, ocorrências inaceitáveis para um regime que se diz democrático.

Mostramos a nossa união e a nossa força, traduzida por voz uníssona, conduzidos por dezenas de Chefes de outrora, respeitados como tal ainda hoje, e apoiados por milhares de civis.

Os cabelos brancos, a experiência de vida e o compromisso que temos com a Nação nos dão a moderação proporcional para cada enfrentamento.

Aos que conosco não se ombreiam, explicitamos com a clareza devida : Temos uma sagrada estrela guia : O respeito à lei e a união da Força !

Esta é a verdade que não quer calar !

Eles que venham! Por aqui, não passarão!


O AGONIZANTE PT?

Por Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Seria bom se você verdade.

Os últimos contratempos enfrentados pelo PT transmitem aos nacionais crédulos, de que a canalha convulsiona.

Ledo engano.

Enfraquecido, perdeu apenas uma modesta parte de sua capacidade de cooptar gregos e troianos. 

Assim, o partido passa por dificuldades, mas de forma alguma, está perto de seu funeral.

Para alguns nacionais, a atual oposição surge para confrontar a quadrilha que há décadas corrompe e desmoraliza a nação.

Repito. Ledo engano. Não existe uma oposição.

Existe de fato uma luta pelo poder, mas não pelo Brasil do futuro.

Partidos antes integralmente cooptados, atualmente assumiram a ambição de aumentar o seu poder e oferecem alguma reação ao domínio total.

Lastimavelmente, o embate fajuto e passageiro a que assistimos não é pela recuperação de nossa Pátria. A refrega é tão somente para que partidos como o PMDB, retirem do PT o seu poder total, e eles assumam uma maior fatia do butim.

Assistimos aos sobressaltos atuais entre o Executivo e o Congresso, este sob a meia liderança do PMDB, e alguns julgam que estamos diante de uma verdadeira oposição aos descalabros do Petismo.

Reiterando. Ledo engano.

Inicialmente, entendemos que as meras picuinhas serão de curta duração, além de termos a convicção de que o PMDB pouco se diferencia do Petismo.

Os atuais atritos são circunstanciais e facilmente contornáveis, mediante a troca de favores, e as duas partes são useiras e veseiras em costurar conchavos.

Portanto, afirmamos que não existe qualquer oposição ao domínio petista, apenas o desejo de outro partido, de receber uma melhor parte do saque.

Conhecemos os personagens que lideram as posições do PMDB, o escorregadio Renan e o abominável Cunha, lapidares patifes que na atualidade ocupam posições na escabrosa política nacional, e que decidiram azucrinar a paciência do Executivo petista.

Podemos constatar que não estamos diante de algo que se proponha a mudar os rumos caóticos determinados pelo lulo-petismo, e somos apenas os submissos assistentes que presenciam ao entrechoque de canalhas.

Um e o outro arreganham os dentes, mas não se mordem, pois sabem que o seu interesse é manter o populacho inerme, pagando as suas altas contas e nada mais do que isto.

O melífluo debate, desta forma, desvia a opinião pública dos terríveis malefícios do petrolão e de muitas outras patifarias que mergulham esta nação num poço fedorento de corrupção.

Somos apenas a parte da pilhagem que permite aos escabrosos políticos se locupletar, mergulhados no poder e acima de qualquer lei.

A caricatura da pantomima é acompanhada de palavrório ácido entre os embromadores que alardeiam o seu interesse pelo ESTADO NACIONAL; contudo, estamos na maior bancarrota, fracassados em todos os empreendimentos que deveriam enriquecer e engrandecer uma nação.

Brasileiros, como regredimos!

Nas últimas décadas fomos agraciados com uma malta de canalhas que, no momento, ansiando por dominar a nossa pobre gente e explorar esta terra à exaustão, brigam entre si.

Envelhecemos, perdemos espaço no cenário internacional, a nossa infraestrutura deteriorou-se, a nossa educação regrediu, a nossa saúde pública definhou, a nossa justiça é parcial, a nossa democracia é manipulada, temos até um “exercito”, o de Stédile, portanto, solicitamos que alguém aponte qualquer coisa, área, ou fato em que tenhamos uma ponta de orgulho.

Somos o País mais corrupto do universo, para quem gosta , é um grande destaque.

Que Deus tenha piedade de nós...



Publicado no site A Verdade Sufocada

Estratégia defensiva do PT prevê ofensiva contra juiz Moro e blindagem a Duque para poupar cúpula


Absolutamente na contramão da vontade popular, que deseja um efetivo combate à corrupção e a criação de mecanismos de controle e rigor penal para evitá-la, os estrategistas jurídicos do Palhasso do Planalto jogam para atrapalhar a Operação Lava Jato, na primeira instância, enquanto preparam a indigesta pizza para o julgamento da turma com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal. Se o plano vai dar certo, são outros milhões ou bilhões de dólares. O milagre é impedir que a cúpula partidária acabe processada. Principalmente, o semideus Lula da Silva.

Já foi dada a ordem de cima para que o ex-diretor de Serviços da Petrobras (servia a quem?), Renato Duque, não abra o bico e nem aceite qualquer acordo de delação premiada. A determinação é que Duque aguente a bronca calado, mesmo que condenado, igualzinho ao publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza - um dos poucos punidos de verdade, puxando cadeia, pelo Mensalão - primo pobre do Petrolão, do Receitão e outras falcatruas que ainda não se tornaram públicas. O problema será se o tesoureiro petista João Vaccari Neto acabar preso preventivamente...

Por isso, o desgoverno também agiu em alta velocidade, blindando possíveis indiciáveis em outras fases da Lava Jato, a partir de denúncias e provas obtidas nas delações premiadas. A nomeação do tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, para o cargo de ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, serve para lhe emprestar o direito ao absurdo foro privilegiado de julgamento. Mesma tática já tinha sido adotada, no começo do segundo mandato, para Jaques Wagner, ministro da Defesa, que tinha grande influência em negócios na Petrobras.

Além de garantir que Duque não delate ninguém, o esquema defensivo do PT também deseja garantir uma blindagem ao ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, homem de confiança de Luiz Inácio Lula da Silva, e em cuja gestão aconteceram os maiores problemas denunciados no escândalo do Petrolão. A própria Petrobras já arma uma blindagem de defesa com profissional de alto prestígio no judiciário. O presidente Aldemir Bendine acaba de contratar um super consultor jurídico: Armando Toledo, recém aposentado desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, também conhecido por grandes relações no meio militar.

Outra orientação dos assassinos de reputação é fomentar uma crítica, nos partidores do judiciário e do mundo da advocacia, contra a atuação do juiz Sérgio Fernando Moro, da 13a Vara Federal. O ataque feito pelo advogado Nélio Machado, semana passada, com a inconsistente alegação de que Moro age mais como promotor que como magistrado, foi apenas o começo dos ataques contra o "Homem de Gelo". Como Moro já decidiu que não responderá às inconsistentes provocações, o genial plano nazicomunopetralha tende a dar muito errado.

Leia, abaixo, os artigos de Sérgio Moro, Antonio Ribas Paiva e Carlos Henrique Abrão (clicando nestes links):




Fingidores
 
Palavras do Eduardo Cunha, a cada dia mais com jeitinho de presidenciável, em entrevista ao jornal O Globo:

"Eu não estou fazendo crise! Os ministros (do PMDB) não têm ministério (relevante). Sempre foi assim. Na prática, a gente finge que está lá (no governo). E eles fingem também (que o PMDB está no governo)".

"Você acaba apadrinhando, tem que ser tudo técnico, né? Só que é ladrão técnico, não é ladrão político. Eu conheço ladrões técnicos, muitos ficam buscando os políticos, e muitos (políticos) são inocentes e apoiam. Alguns, eventualmente, podem até ter motivos escusos, não vou dizer que só tem santo. Mas, com certeza, esse ladrão não diz para ele o que está fazendo. Fica um monte de pilantra circulando os políticos, pedindo apoio. Para ficar livre do cara, você diz que apoia. E os caras são ladrões, que querem ter apoio para roubar".

Sobre Dilma

"Quem tem a caneta? É ela. Quem edita medidas provisórias? É ela. Quem libera o Orçamento? É ela. Quem nomeia e indica a cargo? É ela. Então, é ela quem governa. A devolução da MP 669, do ajuste fiscal, pelo Renan, foi um gesto político. Tanto que o governo revogou a MP, para poder mandar o projeto de lei".

"Não acho que ela esteja parada. Acho é que está todo mundo no meio de uma crise política que não acaba. Essa eleição foi muito diferente das outras três eleições do PT. Eles não tiveram hegemonia eleitoral, mas uma vitória apertada. E não entenderam esse processo. A crise começou no dia em que a presidente ganhou a eleição. Ela não disse o que ia fazer com o país. Isso foi gerando a crise política. Ficou claro e nítido que eles estavam fazendo uma opção de enfraquecer a todos nós".

Quem sou eu?

"Nesse momento, sou o presidente da Câmara. Não posso me comportar nem como oposição, nem como governo. Tenho que me comportar como poder independente. Preguei na minha campanha que ia ser independente, não ia ser submisso, e que daria governabilidade. Vou cumprir o meu programa".

"Eu sou o Eduardo Cunha (risos). Não sou nem anjo, nem demônio. Sou coerente com o que falo".

"Sou um político de centro, que acredita no mercado. Busco essa linha. E sou conservador de costumes sim. Defendo a tese da vida e da família. Aborto, todo mundo é contra. A questão não é só evangélica. É católica. Cristãos que defendem a vida".

Declaração de guerra

Eduardo Cunha elege seus inimigos preferenciais:

"Eu não convivo naquela intimidade para saber. Ricardo Berzoini (Comunicações) tem uma doutrina ideológica forte, é patrocinador da regulamentação da mídia, da radicalização dos atos políticos e continua no núcleo do processo. Jaques Wagner (Defesa) pode não estar com poder, mas está no bojo da articulação. É mais maleável".

"A partir de agora, estou em guerra aberta com o (procurador-geral da República, Rodrigo) Janot. Tudo é possível. Vamos ver até que nível que vai. Ele me escolheu. Está muito claro. Além de ser inacreditável, foi o maior escândalo de corrupção do mundo. O que mais me incomoda é a gente olhar que tem um escândalo desse tamanho e achar que todo mundo está igual. É a percepção que passa quando abre um inquérito para um e para o outro que não roubou".

Presidentro da Jato
 
Releia o artigo de domingo: Pauta para mudar o Brasil para melhor

Repudiando
A deputada distrital (DF) Sandra Faraj repudia a Resolução n° 12/2015, publicada no DOU do dia 12 de março.

A norma autoriza estudantes, de qualquer idade, a usar nome social e frequentar banheiros e vestiários conforme sua orientação sexual!

É a estúpida imposição de ideologia de gêneros que o desgoverno nazicomunoetralhabolivariano patrocina.

Orquestra do desgoverno

Já chega tumultuando

CHEGA de Impunidade !!! Redução da Maioridade Penal Já !!!

Por Rachel Sheherazade


BNDES, um escândalo gigantesco (o da Petrobras é apenas gorjeta)

Por Liberato Póvoa - Especial para Opinião Pública

Li, estarrecido, um artigo do abalizado constitucionalista Leonardo Sarmento, publicado no “JusBrasil” do último dia 4 de fevereiro, que denuncia: “O BNDES patrocina ideologia partidária, enriquece protagonistas do sistema e empobrece o Brasil”. Acesse e leia a matéria, que vale a pena. O risco é você cair de costas.

Logo, no encabeçar da matéria, surge a imagem de um imenso “iceberg” em cuja ponta aparece o “mensalão” e, quase dez vezes maior, o “petrolão”, e – pasmem! – na parte submersa, aparece o BNDES, com o tamanho no mínimo o suficiente para considerar o “petrolão” um mero troco e o “mensalão”, uma insignificante gorjeta.

Discorre o articulista dizendo que nós sofremos uma crônica falta de infraestrutura, para cuja correção existe o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mas ele financia portos, ferrovias, estradas e outras obras necessárias. Só ele que financia para outros países, como se estivéssemos fazendo algo em troca de um retorno que nunca virá, ou se tivéssemos uma espécie de colônias com o dever de desenvolvê-las.

Todos devem lembrar-se de que, desde o primeiro governo petista, o cenário é o mesmo para personagens que a cada hora desempenham papéis diferentes, mas dentro de um mesmo “script”. Mercadante saiu do ministério da Educação, mas encarapitou na Casa Civil; Guido Mantega presidiu o BNDES até 2006, quando pulou de galho e foi empoleirar-se no ministério da Fazenda. Na sua gestão, o total de empréstimos do Tesouro para esse Banco saltou de menos de 10 bilhões para 414 bilhões de reais.

Esses empréstimos financiam atividades de empresas brasileiras no exterior, que, até bem pouco tempo, eram “segredo de Estado”, pois foram consideradas secretas pelo banco (o que já dava a impressão de maracutaia, para usar um vocábulo inventado por Lula, quando era oposição). Mas no início do segundo semestre do ano passado o Ministério Público Federal acionou a Justiça para liberar tais informações. E a juíza federal Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos (e a ilustre magistrada vem incomodando o PT com suas decisões: foi ela quem, esses dias, mandou deportar o terrorista Cesare Battisti, que Lula aninhara no Brasil, desafiando o Supremo).

A partir da decisão da intrépida juíza, o BNDES está obrigado a fornecer dados solicitados pelo Tribunal de Contas da União, o Ministério Público federal e a Controladoria-Geral da União (CGU). E aí é que a coisa começou a ganhar uma dimensão até então era sequer imaginada: descobriu-se que o BNDES concedera mais de 3.000 empréstimos para a construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Só uma amostra para o leitor se estarrecer junto comigo: as obras que o banco considerou estarem aptas a receber investimentos financiados por recursos brasileiros são obras tocadas por empresas flagradas pela “Operação Lava Jato”, figurinhas conhecidas no lamaçal da corrupção.

A Odebrecht obteve financiamentos de 957 milhões de dólares para o Porto de Mariel (Cuba), 243 milhões de dólares para a Hidrelétrica de San Francisco e 124,8 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Manduruacu, ambas no Equador; 320 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Cheglla, no Peru; um bilhão de dólares para o Metrô da Cidade do Panamá e 152,8 milhões de dólares para a Autopista Madden-Colón, ambas as obras no Panamá; um bilhão e 500 milhões para Soterramento do Ferrocarril Sarmiento, ambos na Argentina; 732 milhões de dólares para as Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas e 1 bilhão e 200 milhões para a segunda ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela; 200 milhões de dólares para o Aeroporto de Nacala e 220 milhões para o BRT de Maputo, ambas as obras em Moçambique. A OAS foi contemplada com 180 milhões de dólares para o Aqueduto de Chaco, na Argentina e a Andrade Gutiérrez, com 450 milhões de dólares para Barragem de Moamba Major, em Moçambique. E assim, aparecem outras empreiteiras, como a Queiroz Galvão, com obra na Nicarágua (Hidrelétrica de Tumarin), ao custo de um bilhão e cem milhões de dólares, e 199 milhões de dólares em obra na Bolívia (Projeto Hacia El Norte – Rurrenabaque-El-Chorro), sem se falar em outras obras no Peru e no Uruguai. Percebe-se que a “Lava Jato” vem apenas se antecipando na revelação dos colaboradores da quadrilha.

E isto foi apenas uma minúscula parte que se soube, pois o BNDES, alegando “sigilo necessário”, só revelou os beneficiários de 18% dos empréstimos. E foram mais de três mil. E recentissimamente, Dilma esteve, de araque, na posse de um “companheiro” na presidência do Uruguai, quando, na verdade, foi acertar com o colega Tabaré Vasaquez a construção de um porto naquele país companheiro, ao custo de um bilhão de dólares, dinheiro do BNDES.

Com o Brasil atravessando uma crise sem precedentes, totalmente sucateado, é estranho que tais obras em países sem qualquer perspectiva de parceria útil, apenas unidos por ideologia, estejam jogando pelo ralo nosso minguado dinheirinho.

E o que nos assusta é saber que, malgrado a boa vontade do Ministério Público e o verdadeiro heroísmo da Polícia Federal, estamos desesperançados com tanta corrupção, sem saber a quem recorrer.

Em carta de 798 d.C, Alcuin de York advertiu Carlos Magno: “Vox populi, vox Dei”. Mas vamos provar muito em breve que “a voz do povo é a voz de Deus”. O povo que elegeu será o mesmo povo que tomará de volta o poder.


Publicado no site Brasil Acima de Tudo


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Liberato Póvoa, é desembargador aposentado do TJ-TO, escritor, jurista, historiador e advogado.

Dilma teria indicado presidente da OAB para vaga no Supremo

Por Reinaldo Azevedo


segunda-feira, 30 de março de 2015

GUERRILHA VIRTUAL - A Verdade dos Blogs Sujos

Por Reinaldo Azevedo


O ÚLTIMO PASSO PARA O ABISMO BOLIVARIANO !!!

Por Gerson Paulo

Intelectual italiano e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano (PCI) em 1921, Antonio Gramsci (1891-1937), percebeu que a implantação do comunismo nos países do Ocidente não deveria seguir o modelo russo (de Vladimir Lênin – comunista revolucionário, político e teórico político) do uso da violência para conquistar ou tomar o Estado, mas, sim, ao contrário, primeiro conquistar o Estado e depois, então, a aplicação da violência para finalizar o processo.

Nessa concepção gramsciniana, destaca-se o valor atribuído ao seu entendimento de sociedade civil como sendo o espaço social onde deve ocorrer a luta pela hegemonia, para que a classe subalterna passe a ser a classe dirigente.

Um grupo social da classe dirigente, assumindo o controle da sociedade política (Estado), permite que o partido da classe dirigente seja posicionado acima do Estado. Qualquer projeto político similar é mera coincidência.

A manobra é simples, lenta e gradual. Utiliza-se dos instrumentos legais e políticos da democracia para, de forma pacífica e sorrateira, minar e enfraquecer as principais trincheiras democráticas: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário, as Forças Armadas, a Religião e a Família. Triste é testemunhar Igrejas que se dizem evangélicas financiar esse projeto.

Usando a propaganda subliminar, o populismo e a demagogia, as consciências são entorpecidas e é criada a sociedade massificada para a luta pela hegemonia.

O envolvimento estratégico também é simples e eficaz, conduzindo o processo em três fases:

- na primeira, organiza o partido das classes subalternas e luta pela ampliação das franquias democráticas para facilitar a ação política, explorando as deficiências e vulnerabilidades do governo;

- na segunda, luta pela hegemonia das classes subalternas, criando as condições para a tomada do poder;

- na terceira fase, toma o poder pelo uso da força, impondo novos valores e princípios através de uma nova ordem social, política e econômica.

Percebam os leitores como estamos avançando nesse projeto de poder implementado pelos partidos da esquerda radical brasileira, encabeçado pelo PT e seus aliados. Aliás, senhores, não se deixem enganar, pois a briga do PSDB versus PT é de quem será o partido da classe dirigente posicionado acima do Estado.

Para quem achava que isso era mera “brincadeira” ou “teoria da conspiração” começa a perceber a concretude do projeto político que fundará uma “Nova Ordem Mundial” nos países da América Latrina; é preciso deixarmos a omissão e covardia de lado e irmos para as ruas lutar […] o tempo urge contra nós.

Especialmente para os que ainda acham que é perda de tempo protestar ou aceitar os fatos políticos que estamos vivenciando, verdade é que o nosso Brasil caminha para uma sociedade (des)governada por um obscuro poder sádico. Inclusive, esse projeto vive descarada e conscientemente de mentiras plantadas por meio de uma imprensa comprada, fabricada como protetora de seus “deficientes projetos de governos”, e o que é mais grave, custeada por meio dos pesados tributos cobrados do povo. Os exemplos mais avançados dessa agenda estão em nossas vizinhanças: Venezuela (de Maduro), Equador (Rafael Correa), Argentina (de Cristina Kirchner).

Como se tentou em 1964, estamos novamente sendo atraído ao clássico modelo “proletariado”, apenas com uma roupagem, como em breve síntese alerto, mas pomposa (bolivarismo) que fará com que o Terceiro Reich de Hitler e o Facismo de Benito Mussolini pareça brincadeira de criança. O ocaso da América Latrina esta avançando a toda velocidade, salve-se quem puder.

Sem nenhuma reação, até mesmo por conta da rotina consumista e divertimentos, os 12 (doze) países da URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina) já implantaram, em 05/12/2014, com a presença de Dilma Vana Rousseff, na inauguração da sede da UNASUL (União das Nações Sul-Americanas), em Quito (no Equador), um grande bloco pela unificação dos países que passarão a integrar a chamada “Pátria Grande”, antigo sonho das esquerdas de tornar a América do Sul uma grande pátria comunista.

Na ocasião a nossa “presidanta” lembrou que já existe um decreto aprovado pelo Congresso Nacional brasileiro que permite o livre trânsito de embarque e desembarque de tropas estrangeiras em solo brasileiro.

Enquanto acontecem coisas assim, capazes de afetar a soberania e a integridade territorial do país, o povo que de nada, até então queria saber ou participar, começa a ficar preocupado com a corrupção institucionalizada que arrasa a nação.

Essa agenda, a passos acelerados, sem nenhuma oposição daqueles que se diz nos representar nas casas “porco-parlamentar” brasileira, vai milimetricamente se cumprindo. Depois da importação de médicos cubanos, facilitação de vistos de entrada para haitianos, bolivianos etc. pelo governo do PT, sublinhe-se, todos em idade de guerra, já está a caminho a terceira e última fase do projeto que pretende, como já nos deu a dica Lula, envolver o uso da força para a tomada completa do poder.

Exatamente isso, o PT prepara o grande e derradeiro golpe. É o processo de implantação do “socialismo/caviar” no Brasil !!! O projeto é cristalino: um socialismo no modelo proposto à moda gramscista. Vide exemplos de nossas vizinhas em que ditadores revestidos em qualquer corpo conservam máscaras capazes de adulterar a memória histórica de uma nação conquistada a sangue, tornando o seu povo “marionetes manipuladas” com medo e escravos da omissão. “O homem livre é senhor de sua vontade e somente escravo de sua própria consciência” (Aristóteles).

Precisamos urgentemente resgatar dentro de nós o sentimento de civismo e patriotismo, bem como buscar a conscientização para um maior engajamento político, ressuscitar o comprometimento com os princípios e valores que ainda norteiam nossa formação cultural e ter coragem para espreitar a realidade com olhos de transformação sem apagar a memória de nossas conquistas históricas.

Desperta Brasil, “A esperança tem duas filhas lindas, a INDIGNAÇÃO e a CORAGEM; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las” (Santo Agostinho).


QUE JEOVÁ EL-SHADAY SALVE A NAÇÃO BRASILEIRA DO CAOS !!! 


Publicado no site Revista Sociedade Militar

CPI Petrobras: Graça Foster

Por Onix Lorenzoni


Fonte: YouTube

Petrolão: prisão do presidente do Grupo Galvão deixa a petista Gleisi Hoffmann em nova saia justa

gleisi_hoffmann_82Prego no caixão – A senadora petista Gleisi Helena Hoffmann, do Paraná, parece viver um contínuo inferno astral. Acreditando que o pior do maremoto de lama que a atinge, assim como ao PT, já havia passado, Gleisi decidiu de forma temerária, na última quarta-feira (25), usar a tribuna do Senado para atacar as investigações da Operação Lava-Jato. Mas como diz a sabedoria popular, o castigo veio a cavalo.

Na quinta-feira (26), a Polícia Federal prendeu o presidente do Grupo Galvão, Dario de Queiroz Galvão. As empresas do grupo doaram R$ 1,4 milhão para a campanha de Gleisi na disputa pelo governo do Paraná em 2014. Acontece que essas doações, assim como todas feitas pela Galvão, estão sob suspeita.

A prisão de Dario Galvão deixa a petista Gleisi em pânico, pois aumenta a possibilidade de ser denunciada em nova delação premiada. A senadora já foi incluída na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ter sido delatada pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Youssef. Nos depoimentos de ambos, a senadora foi acusada de ter embolsado, em 2010, R$ 1 milhão desviado da Petrobras.

Em 2014, a ex-chefe da Casa Civil da Presidência arrecadou R$ 21 milhões (registrados no TSE) para sua campanha ao governo do Paraná, sendo que boa parte desse dinheiro veio de empreiteiras envolvidas nos desvios da Petrobras, que estão sendo investigadas no âmbito da Operação Lava-Jato.

O dinheiro frio com origem no Petrolão entregue a Gleisi Hoffmann é o quesito que a Polícia Federal tem da forma mais documentada e com as mais detalhadas informações. Sabe-se, por exemplo, quem recebeu para Gleisi: foi um empresário curitibano dono de um shopping popular. Sabe-se também quem levou o dinheiro para Curitiba: Rafael Angulo Lopez, o mensageiro de Youssef, que repassou os recursos em quatro parcelas, em dinheiro vivo, nas dependências do tal shopping. Sabe-se até mesmo a data exata de uma das entregas: 15 de julho de 2010, estabelecida pela PF com base em um voo de Angulo para a capital paranaense.

Apesar dessa fartura de elementos incriminadores, a defesa de Gleisi Hoffmann continua adotando uma linha que nos tempos do então presidente Lula seria considerada “aloprada”. Para tentar rebater as gravíssimas acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras e pelo doleiro, o advogado da senadora tenta colocar em dúvida as acusações, baseada em pequenas e irrelevantes inconsistências nos depoimentos dos delatores. Essa linha pífia e tênue tende a naufragar de vez no momento em que mais uma delação – ou novos indícios de recebimento de propina – surgir no horizonte da Lava-Jato.

A prisão do presidente do Grupo Galvão aumenta de forma exponencial a possibilidade de novas provas incriminadoras contra Gleisi. O mandato conquistado com o uso de dinheiro de origem duvidosa pode estar com os dias contados.



Publicado originalmente no site UCHO.INFO

Doutrinação ideológica na pauta do Congresso e da mídia

Por Thiago Cortês

descortes_esp_reaÉ inegável a vitória obtida nesta semana contra a doutrinação ideológica nas escolas e universidades do País.  A audiência da Comissão de Educação da Câmara Federal, ocorrida na terça-feira, 24, levou a discussão sobre o problema a um patamar inédito.

A temática da doutrinação política e ideológica ganhou, pela primeira vez, uma audiência pública no Congresso Nacional. É claro que existe um longo caminho a ser percorrido, mas a própria realização da audiência oferece motivos para comemoração.

Trata-se de um marco em termos simbólicos e midiáticos. A imprensa, ainda que de forma tímida, noticiou o debate. Do ponto de vista político, a audiência foi uma iniciativa da sociedade civil sem qualquer tipo de vinculação partidária.

O movimento Escola Sem Partido (ESP), cujo fundador e coordenador é o advogado Miguel Nagib, congrega desde 2004 pais de alunos, estudantes e professores que já não suportam a instrumentalização da educação para fins ideológicos e partidários.

Eis um aspecto que perturba os engenheiros sociais do Ministério da Educação: entre os fundadores e participantes do ESP estão vítimas diretas e indiretas da doutrinação que ocorre em escolas e universidades da rede pública e particular.

A natureza civil e apartidária do ESP impede que os ideólogos que comandam (e corrompem) a educação brasileira façam uso do expediente-petista-padrão que consiste em rotular o movimento e negar a sua legitimidade.

A audiência teve ainda mais impacto pela participação de professores e representantes de instituições de ensino que confirmaram o que o Escola Sem Partido denuncia há mais de dez anos: a educação brasileira foi sequestrada pelos ideólogos de esquerda.

descortes_audienciaBasta citar a fala do professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná, Luis Lopes Filho, que desconstruiu a tese furada segundo a qual o esquerdismo é sinônimo de “pensamento crítico”:

“Esses livros didáticos não entregam o que eles prometem. Citam Paulo Freire e dizem que a prioridade é ensinar a pensar, mas apresentam questões polêmicas sob um único viés”.

Também está registrada e foi noticiada a fala do sociólogo Braúlio Porto de Matos, professor da Universidade de Brasília, que se referiu a Paulo Freire como um exemplo de ideólogo cuja obra tão somente trata a pedagogia como um meio de doutrinação esquerdista.

O problema é o professor militante

Alguns freireanos magoados depois, o próprio Miguel Nagib – que certa vez ouviu da filha que seu professor havia comparado o guerrilheiro Che Guevara  a São Francisco de Assis –  lembrou que tal expediente é um claro desrespeito à Constituição:

“O uso da sala de aula para fins políticos e ideológicos afronta, a um só tempo, o princípio constitucional da neutralidade política e ideológica do Estado, e a liberdade de consciência dos estudantes, assegurada pelo art. 5.º, VI, da Constituição Federal. A sala de aula hoje é um local onde a Constituição Federal não tem valor”, denunciou.

O problema não é a existência de professores esquerdistas na sala de aula. Posso dizer que já tive bons professores de esquerda que não tentaram me doutrinar e, pelo que me consta, até hoje estimulam o debate com seus alunos, respeitando os diversos pontos de vista.

O problema é o professor militante que – aproveitando-se da vulnerabilidade de indivíduos ainda em formação – transforma a aula em um momento de catecismo ideológico. E é também o Ministério da Educação, que transforma livros didáticos em cartilhas ideológicas.

No site do Escola Sem Partido é possível ler vários depoimentos de alunos do ensino médio e universitário que foram intimidados por professores militantes porque não comungavam dos dogmas da esquerda. Isso não é aula, tampouco debate; é apenas catecismo.

Pink-floyd-film-Stills81O marxismo deve estar presente nos currículos escolares como uma importante corrente de pensamento a ser pesquisada. Aliás, eu, particularmente, considero salutar o debate na sala de aula sobre o marxismo e suas consequências sociais, econômicas e culturais.

O que não se pode fazer é tratar o marxismo como única corrente de pensamento que merece ser estudada, como se o marxismo abarcasse todo o pensamento crítico.

Só um cínico toma um ponto de vista ideológico específico como instrumento de “despertamento das consciências” – desculpa de professores militantes da rede particular de ensino.

Quem diz Marx, deve ser capaz de dizer Misses; que a Michel Foucault se contraponha Roger Scruton; e que os autores marxistas que habitam as salas de aula tenham como companheiros de aventura Sir Isaiah Berlin, Mário Ferreira dos Santos, Raymond Aron, Karl Popper etc…

Não existe pensamento crítico sem que os supostos pensadores críticos sejam alvos de críticas e contraposições. Os discípulos devem aprender a questionar seus mestres. Ou, como diria o velho Marx, de omnibus disputandum (tudo deve ser questionado).


Publicado no site Mídia Sem Máscara 


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Thiago Cortês é jornalista.

Brasil vai reformar térmica e doar para a Bolívia.
País vai Gastar R$ 60 Mi na térmica Rio Madeira, em Porto Velho


Pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente 
por Evo Morales à Dilma (Foto: EFE)
Em meio a uma crise de energia sem precedentes no País e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.

A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.

Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma "recauchutagem geral" para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.

Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.

A transação está prestes a ser concluída pela estatal e depende apenas de um sinal verde do Ministério de Minas e Energia. A doação da usina faz parte dos compromissos bilaterais assumidos entre os dois países.

A térmica Rio Madeira foi desativada em outubro de 2009, quando o Estado de Rondônia foi conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e passou a ser abastecido por hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

Em janeiro de 2014, a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a usina, embora desligada, tinha condições de operar parcialmente. Seu prazo de concessão acabava apenas em 2018. No entanto, "devido ao alto custo de operação, esta dificilmente seria despachada".

Por essa razão, a Aneel declarou os bens da usina como "inservíveis à concessão de serviço público". Em 2010, cada megawatt-hora (MWh) produzido pela usina custava R$ 846,98. Atualmente, a térmica mais cara em operação no Brasil é a de Xavantes, também a movida a óleo diesel, com custo de operação de R$ 1.167 por MWh.

A conclusão da Aneel deu aval para a continuidade das negociações, que agora estão em fase final. Segundo uma fonte da Eletrobras a par do assunto, trata-se de uma "térmica de qualidade ruim", por isso o Brasil não faria questão de ficar com a planta.

Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que o acordo teve como objetivo "promover a cooperação energética com a Bolívia". O ministério disse que a transferência de R$ 60 milhões foi autorizada por meio da Medida Provisória 625/2013.

O ministério informou ainda que os trâmites necessários para operacionalizar o acordo deveriam ser informados pela Eletronorte. Já a empresa declarou que o governo deveria se pronunciar sobre o assunto, já que se trata de uma negociação internacional.

O pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente pelo presidente boliviano, Evo Morales, em uma reunião bilateral com Dilma Rousseff - a primeira entre os dois - durante a primeira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos (Celac), na Venezuela, em dezembro de 2011.

No encontro, Evo explicou à presidente os problemas de energia e os apagões constantes enfrentados por seu país e pediu ajuda. Apesar de ser um dos maiores produtores de gás do mundo, a Bolívia não tem os equipamentos para transformá-lo em energia elétrica.

Dilma prometeu ceder então à Bolívia a termelétrica Rio Madeira, que estava sem uso no Brasil, mas que precisava ser reformada. O contrato seria de empréstimo por 10 anos, renováveis. Na prática, no entanto, o empréstimo se transformaria em uma doação, já que o custo de devolver a usina para o Brasil dificilmente compensaria.

A política de boa vizinhança, no entanto, tem por trás não apenas também necessidade de garantir a boa vontade dos bolivianos. Maior fornecedor de gás ao Brasil, o governo da Bolívia já aumentou duas vezes o preço do metro cúbico enviado ao País, mas garante o abastecimento de outras usinas brasileiras.

Além disso, o Brasil quer viabilizar a construção de uma hidrelétrica binacional, na divisa entre os dois países. Trata-se de um projeto antigo e discutido há anos pelos dois governos, sem ter nenhuma decisão prática até hoje.

O governo ainda terá que elaborar um memorando de entendimento para fazer a cessão formal à Bolívia, o que só deve acontecer quando a usina estiver pronta para ser enviada aos bolivianos. O ato também é enxergado como uma forma de melhorar a imagem do Brasil em La Paz, abalada desde a fuga do senador Roger Pinto Molina da embaixada brasileira, ajudado pelo diplomata Eduardo Sabóia.

A Bolívia continua sofrendo com apagões, especialmente no interior do país, para onde deve ser enviada a termelétrica do Rio Madeira. (AE)

Regulação da mídia gera polêmica em debate com Berzoini


Comissão geral para ouvir o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini sobre as prioridades da pasta, que ele comanda desde janeiro
Berzoini negou intenção de controlar os veículos: 
"Liberdade de expressão é cláusula pétrea". 
(Gustavo Lima - Câmara dos Deputados)
O ministro das Comunicações participou nesta quinta-feira de comissão geral, no Plenário da Câmara.

Apesar de o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, ter garantido à Câmara dos Deputados que o governo não tem um projeto pronto de regulação da mídia brasileira, o tema gerou polêmica durante a comissão geral, nesta quinta-feira (26), em que o ministro falou das prioridades da pasta.

“Quero dizer aqui que o governo não vai apresentar nenhuma proposta neste momento. Vamos abrir um debate”, disse Berzoini. Segundo ele, o objetivo é tentar “construir entendimentos que sejam úteis à sociedade brasileira”.

O ministro negou qualquer intenção de controle dos meios de comunicação. “Isso é vedado pela Constituição. A liberdade de expressão é uma cláusula pétrea”, ressaltou.

Berzoini afirmou que serão chamados outros ministérios e movimentos sociais para uma discussão sem ideologia. “Estamos trabalhando no sentido de não ter nenhum tipo de preconceito ou pré-condição para esse diálogo”, comentou.

Venezuela

Comissão geral para ouvir o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini sobre as prioridades da pasta, que ele comanda desde janeiro. Dep. José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Para José Carlos Aleluia, Brasil pode virar uma nova Venezuela: 
"Por que o PT faz tanta questão de controlar a mídia?" 
(Gustavo Lima - Câmara dos Deputados)
Mesmo assim, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) denunciou a tentativa de “cercear” a liberdade de imprensa. “Por que o PT faz tanta questão de controlar a mídia? Se não estamos satisfeitos com a mídia, vamos ter mais imprensa, mais liberdade. Não façamos como Maduro [Nicolas Maduro, presidente da Venezuela]”, defendeu. Aleluia diz temer o estrangulamento da mídia privada, como houve na Venezuela.

A acusação foi rebatida pelo líder do PT, deputado Sibá Machado (AC). “Estamos aqui ‘puxando chifre em cabeça de jumento’. Vamos fazer um debate à altura. A Inglaterra fez há pouco uma das leis mais duras de que se tem notícia e ninguém a acusou de bolivarianismo”, disse Sibá. “Ninguém quer controlar ninguém”, emendou.

O novo regime de comunicações inglês criou um órgão regulador e outro ouvidor com poderes ampliados. Além disso, estabeleceu multas de mais de um milhão de dólares pela violação do código de ética da imprensa.

Monopólios

Alguns deputados reivindicaram mudanças no Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/62), especialmente no controle da propriedade em poucos grupos. “Somos reféns da atual mídia brasileira, que fica concentrada na mão de algumas famílias, sem cumprir o papel que devem cumprir”, criticou o deputado Aliel Machado (PCdoB-PR).

Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos. Líder do PT, dep. Sibá Machado (BA)
Sibá Machado: Inglaterra aprovou regulação 
e ninguém a acusou de bolivarianismo. 
(Luis Macedo / Câmara dos Deputados)
Os deputados Afonso Florence (PT-BA) e Vicentinho (PT-SP) defenderam ainda um controle social. “A comunicação é um patrimônio do povo e, muitas vezes, a mídia não cumpre o seu papel de assegurar a verdade”, sustentou Vicentinho. Florence destacou que, na Bahia, houve a experiência de um conselho estadual de comunicação durante a gestão de Jacques Wagner.

Por sua vez, o líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), disse que o projeto de regulação da mídia se transformou em um “fantasma”. “Seria um retrocesso inaceitável a censura, mas as emissoras de comunicação, que entram na casa das pessoas sem pedir licença, têm de ter regulamentação necessária contra a propriedade cruzada, o monopólio”, argumentou.


Já o deputado Luiz Couto (PT-PB) disse que a lei precisa ser mais dura contra políticos que tomam conta de rádios locais, o que é proibido. “Tem gente que bota ‘laranja’ [como dono de rádio] e acha isso democrático, porém, quando falamos em regulamentação da mídia, somos bolivarianos”, apontou.

PT quer censurar mídia para esconder seus crimes

Por Felipe Moura Brasil


Fonte: YouTube

domingo, 29 de março de 2015

Caçadores de LOBOS - BEM CONTRA O MAL

Por Rachel Sheherazade


Mentiras repetidas

Por Paulo Roberto Gotaç

Sempre que a Presidente Dilma vem a público para se referir às dificuldades que o país será obrigado a enfrentar ao longo dos próximos dois anos, segundo as previsões mais otimistas, e pede paciência, ao assegurar que o sacrifício será temporário, ela tenta passar a impressão que a crise caiu-lhe no colo a partir do momento em que iniciou seu segundo mandato, sem alusões ao vale tudo presente na campanha eleitoral durante a qual foram gastos, sem o menor critério, expressivos recursos públicos, e à condução desastrosa da política econômica durante o primeiro termo, sem falar na corrupção a serviço do projeto de poder de seu partido que arruinou a mais importante empresa pública do Brasil, patrimônio de seu povo.

O cidadão percebe agora que acaba de cair em mais uma armadilha eleitoral e que, portanto, deve permanecer atento às promessas de bordel que volta e meia reaparecem nos meios de comunicação oficiais sob forma de pronunciamentos felizmente embalados por ruidosos panelaços produzidos por uma sociedade por enquanto inconformada.

O perigo é que, às vezes, incapaz de formular uma análise crítica consistente e dotada de uma amnésia que já custou grandes tragédias ao longo da história da república, a mesma população, hoje indignada, reverta seu posicionamento nos próximos meses e a figura da Presidente passe a ser vitimizada, dentro da linha de propaganda segundo a qual mentiras repetidas acabam se transformando em verdades.


Publicado no site Alerta Total


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Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

DILMA E O IMPEACHMENT

Por Paulo Eduardo Martins